quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Há quem goste de ser iludido!
"A cinco dias da votação do próximo domingo, ainda existe um número considerável de indecisos. Mas, na minha perspectiva, a questão central destas eleições é clara: queremos ou não manter Sócrates à frente do Governo?
Os que confiam em quem tanto iludiu o povo português votarão no PS. Pode parecer estranho que um primeiro-ministro que em seis anos levou Portugal à desgraça económica e ao descrédito internacional ainda tenha apoiantes. Mas há quem goste de ser iludido.
E quem tenha medo da mudança, sobretudo por recear que diminuam ainda mais os apoios do Estado. Só que nos próximos três anos a austeridade está já traçada no memorando da troika, que Sócrates assinou, dizendo que era um bom acordo – mas que ignora deliberadamente para ganhar votos".
Francisco Sarsfield Cabral, in Página 1, 31/5/2011
Os que confiam em quem tanto iludiu o povo português votarão no PS. Pode parecer estranho que um primeiro-ministro que em seis anos levou Portugal à desgraça económica e ao descrédito internacional ainda tenha apoiantes. Mas há quem goste de ser iludido.
E quem tenha medo da mudança, sobretudo por recear que diminuam ainda mais os apoios do Estado. Só que nos próximos três anos a austeridade está já traçada no memorando da troika, que Sócrates assinou, dizendo que era um bom acordo – mas que ignora deliberadamente para ganhar votos".
Francisco Sarsfield Cabral, in Página 1, 31/5/2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
O Voto é um direito e um dever!
"Justificar a abstenção com o desagrado pelo ruído de uma campanha é a pior desculpa que se pode inventar para aliviar a consciência. E já agora é bom lembrar que em democracia não há “eles” e “nós”, somos todos responsáveis pelo que de melhor ou pior nos acontecer".
Raquel Abecasis, in Página 1, 23-5-2011
Raquel Abecasis, in Página 1, 23-5-2011
sábado, 21 de maio de 2011
Mas não estavam a festejar?
| Notícia do Correio da Manhã deste sábado: Porto - prejuízos na ordem dos milhares de euros |
sexta-feira, 20 de maio de 2011
"Uma vez cai quem quer..."
"Faz agora quase dois anos, Manuela Ferreira Leite estava a aquecer os motores para uma campanha eleitoral que teve como mote a palavra Verdade.
Tudo o que ela disse ao país entrou-nos, este ano, porta dentro, com estrondo e sem piedade. Estávamos à beira da falência, era preciso parar as grandes obras, travar a mania das grandezas, fazer reformas estruturais e apoiar as empresas.
“Loucura fatalista”, disse José Sócrates, o comunicador exímio que Manuela não quis combater com as mesmas armas, recusando agências de comunicação e truques mediáticos.
Dois anos depois, ironicamente, Pedro Passos Coelho debate-se com um drama similar...
(...) Passos, se tivesse unhas para esta viola, bem podia lançar um slogan: se quiserem enganar-se outra vez, estejam à vontade".
Ângela Silva, in Página 1
Tudo o que ela disse ao país entrou-nos, este ano, porta dentro, com estrondo e sem piedade. Estávamos à beira da falência, era preciso parar as grandes obras, travar a mania das grandezas, fazer reformas estruturais e apoiar as empresas.
“Loucura fatalista”, disse José Sócrates, o comunicador exímio que Manuela não quis combater com as mesmas armas, recusando agências de comunicação e truques mediáticos.
Dois anos depois, ironicamente, Pedro Passos Coelho debate-se com um drama similar...
(...) Passos, se tivesse unhas para esta viola, bem podia lançar um slogan: se quiserem enganar-se outra vez, estejam à vontade".
Ângela Silva, in Página 1
quinta-feira, 19 de maio de 2011
FCP...
É bonita a festa do FCP que dá a esta hora na TV. Mas no meio das mãos dos jogadores, aparece um cachecol com uma referência ordinária a um adversário: SL M...
É este o espírito daquela gente...
Bom proveito.
É este o espírito daquela gente...
Bom proveito.
sábado, 14 de maio de 2011
O País das Maravilhas...
IV
No País das Maravilhas todos têm um qualquer interesse... Por isso, ninguém se manifesta ou revela aquilo que verdadeiramente pensa, mas apresenta-se sempre como politicamente correcto, na esperança de conseguir o lugarzinho sonhado à sombra de uma qualquer repartição. Contudo, todos pensam que são livres... mas só em sonhos!
No País das Maravilhas todos têm um qualquer interesse... Por isso, ninguém se manifesta ou revela aquilo que verdadeiramente pensa, mas apresenta-se sempre como politicamente correcto, na esperança de conseguir o lugarzinho sonhado à sombra de uma qualquer repartição. Contudo, todos pensam que são livres... mas só em sonhos!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O País das Maravilhas...
III
No País das Maravilhas todos opinam sobre tudo... discutem horas, dias, semanas, meses, anos a fio... todos os diagnósticos estão mais que feitos e revistos... agora sim!
Mas quando chega o dia da decisão... abstêm-se... agora não! "Não me apetece..."
No País das Maravilhas todos opinam sobre tudo... discutem horas, dias, semanas, meses, anos a fio... todos os diagnósticos estão mais que feitos e revistos... agora sim!
Mas quando chega o dia da decisão... abstêm-se... agora não! "Não me apetece..."
O País das Maravilhas...
II
Factos:
- Uma entidade regional pública para fazer um simples pagamento de assinatura de uma publicação, orçada em, imagine-se, pouco mais de uma dúzia de euros, gasta tempo, material e recursos num contrato formal. Se para algo tão simples, é feito tal esforço, imagine-se para o resto...
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O País das Maravilhas...
I
Interrogamo-nos frequentemente:
- Como é que a dívida pública foi tão longe?
- Porque é que não produzimos?
- Para quê meio milhão de empregados do Estado?
- Para quê milhares de empresas públicas?
- Para quê tantos ministros, secretários de estado, adjuntos, acessores, secretárias... e mascotes?
- Para quê tantos mandatos e tantas maiorias?
Se em apenas três semanas, um grupo liderado por três representantes de três instituições internacionais apresentam o diagnóstico e a receita que todos os portugueses vão ter que seguir à risca nos próximos três anos!
Naturalmente, surge uma pergunta em mente: Assim, para quê as eleições legislativas?
Duas hipóteses de resposta:
- No país das maravilhas – para que se comece tudo do zero e daqui a um par de décadas consigamos finalmente lançarmos-nos no precipício.
- No país real – para que surja um grupo que governe verdadeiramente em prol do país e não apenas a pensar nas próximas eleições.
Será que o País das Maravilhas, vendo o precipício aproximar-se assustadoramente, vai socraticamente continuar a caminhar...?
Legislativas 2011
A campanha está no terreno... infelizmente há muito tempo!
Será que a Verdade vai aparecer?
Será que a Verdade vai aparecer?
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