I
Interrogamo-nos frequentemente:
- Como é que a dívida pública foi tão longe?
- Porque é que não produzimos?
- Para quê meio milhão de empregados do Estado?
- Para quê milhares de empresas públicas?
- Para quê tantos ministros, secretários de estado, adjuntos, acessores, secretárias... e mascotes?
- Para quê tantos mandatos e tantas maiorias?
Se em apenas três semanas, um grupo liderado por três representantes de três instituições internacionais apresentam o diagnóstico e a receita que todos os portugueses vão ter que seguir à risca nos próximos três anos!
Naturalmente, surge uma pergunta em mente: Assim, para quê as eleições legislativas?
Duas hipóteses de resposta:
- No país das maravilhas – para que se comece tudo do zero e daqui a um par de décadas consigamos finalmente lançarmos-nos no precipício.
- No país real – para que surja um grupo que governe verdadeiramente em prol do país e não apenas a pensar nas próximas eleições.
Será que o País das Maravilhas, vendo o precipício aproximar-se assustadoramente, vai socraticamente continuar a caminhar...?
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